Publicaremos periodicamente "trechos" do arquivo de Chiara Lubich para
  oferecer, também hoje, uma possibilidade de contato com esta mulher
  extraordinária..

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Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não ...

Roma (Città Nuova), 25 de julho de 2000

Comentário sobre a Palavra de Vida:

Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. (Jo 6,35)

 João narra no seu Evangelho que Jesus, depois de ter multiplicado os pães, diz, entre outras coisas, no grande discurso feito em Cafarnaum: “Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará” (Jo 6,27).
Para seus ouvintes, é evidente a referência ao maná, como também à expectativa do “segundo” maná que descerá do céu no tempo messiânico.

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Sim a Jesus, não ao nosso eu

Sierre (CH), 16 de setembro de 1982

Na espiritualidade da unidade evidencia-se o sim a Deus. O não ao nosso eu é uma consequência lógica desta decisão

(...)
"Se o teu pé te escandalizar, corta-o" (Mt 18, 8).
Nestes dias que passaram, lendo uma página maravilhosa das cartas de Paulo, o Apóstolo, pareceu-me ter compreendido como ele vivia pessoalmente os cortes a que Jesus se refere.

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Escolher Deus significa escolher Jesus Abandonado

Rocca di Papa, 23 de dezembro de 1983

Jesus se revelou a Chiara como crucificado e abandonado: neste texto ela descreve a origem desta inspiração tão vital para ela e para a sua Obra

(...)
De fato, se nós - estimuladas por um legítimo desejo de saber como as coisas se passaram - mas também pelo conselho da Igreja que, para salvaguardar a genuína pureza das inspirações, convida famílias religiosas e movimentos a voltarem aos tempos em que o Espírito Santo os suscitou; veremos que, ainda antes de termos as primeiras ideias sobre a técnica da unidade e aprendermos a realizar a unidade, nos foi proposto um modelo, uma imagem, uma vida: a vida daquele que verdadeiramente soube "fazer-se um" com todos os homens que existiram, que existem e que existirão; aquele que realizou a unidade, pagando-a com a cruz, com o sangue e com o seu grito; aquele que proporcionou à Igreja a sua presença, como Ressuscitado, todos os dias, até o fim do mundo. Este modelo é Jesus crucificado e abandonado.

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Maria, Mater Unitatis

Castel Gandolfo, 8 de dezembro de 1996

Deus quis manifestar progressivamente a Chiara quem é Maria, num momento ápice ‘especial’ do verão de 1949

Passando, em breve síntese, a história do Movimento no que se refere a Maria, podemos ver melhor quem é Maria para nós.
Desde os primeiros tempos, mesmo numa época que parecia deixar o Espírito Santo acentuar quase que exclusivamente Jesus e seu Evangelho, ela se apresentou, embora timidamente, para logo nos revelar a sua relação com a unidade.

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O amor nos torna semelhantes

Roma,  25 de  abril de 1976

Como amar Maria? Imitando-a, sendo como ela Palavra de Deus viva.

“De vez em quando algo em mim me diz que não amo Maria o bastante, que penso pouco nela. Na sua opinião, o que se deveria fazer para ter uma verdadeira devoção por Maria?”

Só de pensar em falar de Maria, o meu espírito estremece e o meu coração bate. Esse assunto supera todas as nossas faculdades humanas e no lugar das palavras seria preferível o silêncio.