Publicaremos periodicamente "trechos" do arquivo de Chiara Lubich para
  oferecer, também hoje, uma possibilidade de contato com esta mulher
  extraordinária..

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Em ti está a fonte da vida

Roma (Città Nuova), 25 de dezembro de 2001

Comentário sobre a Palavra de Vida:

Em ti está a fonte da vida. (Sl 35[36],10)

[...] Essa Palavra da Escritura nos diz algo tão importante, tão vital, que chega a ser um instrumento de reconciliação e de comunhão.
Para começar, ela nos diz que só existe uma fonte da vida: Deus. Dele, do seu amor criativo, nasce o universo, e Ele o faz ser a casa do homem.
É Deus quem nos dá a vida com todos os seus dons. O salmista, conhecedor de como são ásperos e áridos os desertos, sabedor do que significa uma nascente de água, com a vida que floresce ao seu redor, não poderia encontrar uma imagem mais bela para cantar a criação que nasce, como um rio, do regaço de Deus.

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Para te dizer que te amo

Castel Gandolfo, 29 de janeiro de 1998

O amor precisa ser declarado…

(...)

"Ultimamente, a todas as comunidades que você visitou deixou uma frase síntese. Que palavra você diria a nós ?"

Chiara: Em Palermo, uma jornalista me fez a mesma pergunta. Ela disse: "compreendemos que, no Movimento, vocês conseguem colocar num comprimido uma porção de coisas"; eu digo que é uma vida. E ela disse: "Vocês têm esses slogans. Pode me dizer um?".
Então eu lhe comuniquei o último, que é aquele que direi aos senhores agora e que já mencionei aos sacerdotes focolarinos.

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Os mistérios do terço

Rocca di Papa, 20 de janeiro de 1981

Com a recitação do terço, Chiara relembra toda a espiritualidade que Deus lhe doou, todo o seu Ideal

Confio-lhes [...] como eu recito o terço. […] Ele é intercalado por muitos mistérios que são os [...] eventos bíblicos propostos para a nossa meditação. Por isso, também os nossos irmãos não católicos amarão o terço, se já não o amam.
Os mestres do espírito dizem que ele pode recitar a Ave-Maria quase mecanicamente e pensar no mistério, que se menciona no início do terço.
Eu experimentei fazer assim e [...] notei que, pensando nos mistérios, […] eu revejo todo o Ideal. E disse: “Isso é ótimo. Todas as manhãs eu sei quais são todos os meus deveres [...]”

Chiara Lubich

Texto

(Publicado em: Leonor Maria Salierno, « MARIA » negli scritti di Chiara Lubich, Città Nuova Editrice, ottobre 1994)

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Sim a Jesus, não ao nosso eu

Sierre (CH), 16 de setembro de 1982

Na espiritualidade da unidade evidencia-se o sim a Deus. O não ao nosso eu é uma consequência lógica desta decisão

(...)
"Se o teu pé te escandalizar, corta-o" (Mt 18, 8).
Nestes dias que passaram, lendo uma página maravilhosa das cartas de Paulo, o Apóstolo, pareceu-me ter compreendido como ele vivia pessoalmente os cortes a que Jesus se refere.