Publicaremos periodicamente "trechos" do arquivo de Chiara Lubich para
  oferecer, também hoje, uma possibilidade de contato com esta mulher
  extraordinária..

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Para te dizer que te amo

Castel Gandolfo, 29 de janeiro de 1998

O amor precisa ser declarado…

(...)

"Ultimamente, a todas as comunidades que você visitou deixou uma frase síntese. Que palavra você diria a nós ?"

Chiara: Em Palermo, uma jornalista me fez a mesma pergunta. Ela disse: "compreendemos que, no Movimento, vocês conseguem colocar num comprimido uma porção de coisas"; eu digo que é uma vida. E ela disse: "Vocês têm esses slogans. Pode me dizer um?".
Então eu lhe comuniquei o último, que é aquele que direi aos senhores agora e que já mencionei aos sacerdotes focolarinos.

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Os mistérios do terço

Rocca di Papa, 20 de janeiro de 1981

Com a recitação do terço, Chiara relembra toda a espiritualidade que Deus lhe doou, todo o seu Ideal

Confio-lhes [...] como eu recito o terço. […] Ele é intercalado por muitos mistérios que são os [...] eventos bíblicos propostos para a nossa meditação. Por isso, também os nossos irmãos não católicos amarão o terço, se já não o amam.
Os mestres do espírito dizem que ele pode recitar a Ave-Maria quase mecanicamente e pensar no mistério, que se menciona no início do terço.
Eu experimentei fazer assim e [...] notei que, pensando nos mistérios, […] eu revejo todo o Ideal. E disse: “Isso é ótimo. Todas as manhãs eu sei quais são todos os meus deveres [...]”

Chiara Lubich

Texto

(Publicado em: Leonor Maria Salierno, « MARIA » negli scritti di Chiara Lubich, Città Nuova Editrice, ottobre 1994)

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Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não ...

Roma (Città Nuova), 25 de julho de 2000

Comentário sobre a Palavra de Vida:

Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. (Jo 6,35)

 João narra no seu Evangelho que Jesus, depois de ter multiplicado os pães, diz, entre outras coisas, no grande discurso feito em Cafarnaum: “Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará” (Jo 6,27).
Para seus ouvintes, é evidente a referência ao maná, como também à expectativa do “segundo” maná que descerá do céu no tempo messiânico.

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Sim a Jesus, não ao nosso eu

Sierre (CH), 16 de setembro de 1982

Na espiritualidade da unidade evidencia-se o sim a Deus. O não ao nosso eu é uma consequência lógica desta decisão

(...)
"Se o teu pé te escandalizar, corta-o" (Mt 18, 8).
Nestes dias que passaram, lendo uma página maravilhosa das cartas de Paulo, o Apóstolo, pareceu-me ter compreendido como ele vivia pessoalmente os cortes a que Jesus se refere.

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Escolher Deus significa escolher Jesus Abandonado

Rocca di Papa, 23 de dezembro de 1983

Jesus se revelou a Chiara como crucificado e abandonado: neste texto ela descreve a origem desta inspiração tão vital para ela e para a sua Obra

(...)
De fato, se nós - estimuladas por um legítimo desejo de saber como as coisas se passaram - mas também pelo conselho da Igreja que, para salvaguardar a genuína pureza das inspirações, convida famílias religiosas e movimentos a voltarem aos tempos em que o Espírito Santo os suscitou; veremos que, ainda antes de termos as primeiras ideias sobre a técnica da unidade e aprendermos a realizar a unidade, nos foi proposto um modelo, uma imagem, uma vida: a vida daquele que verdadeiramente soube "fazer-se um" com todos os homens que existiram, que existem e que existirão; aquele que realizou a unidade, pagando-a com a cruz, com o sangue e com o seu grito; aquele que proporcionou à Igreja a sua presença, como Ressuscitado, todos os dias, até o fim do mundo. Este modelo é Jesus crucificado e abandonado.