Maria, transparência de Deus
Fiera di Primiero (TN), 1959
Chiara Lubich escreveu esse texto em 1959, para a Mariápolis de Fiera di Primiero. A Mariápolis era, naquela época, um período de férias que todos os que partilhavam o espírito dos Focolares passavam juntos.
Dentre as muitas palavras
que o Pai pronunciou
em sua Criação,
houve uma toda singular.
Não podia ser objeto do intelecto,
quanto da intuição;
não era tanto o esplendor do sol divino,
quanto a sombra suave e aquecedora,
quase uma nuvem álacre e branca,
que abranda e filtra os raios do Sol
de acordo com a capacidade visual do homem.

