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ESCRITOS

Nessa parte estão reunidos todos os textos publicados no site, com imagens autografadas, onde esses existem.

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A renovação que o carisma da unidade realiza nas Igrejas e na sociedade

Genebra, 27 de outubro de 2002

Caríssimos irmãos e irmãs,

Que Jesus esteja entre nós! E isso é possível, pois foi Ele mesmo que prometeu: «Onde dois ou mais estiverem reunidos no meu nome – para alguns Padres da Igreja, Jesus queria dizer: no meu amor –, eu estou no meio deles» (Mt 18,20). E aqui somos mais do que dois ou três. ( ... )

Chiara Lubich

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Transcrição

Ser Maria

Caríssimos gen,
Volta, como uma suave poesia, a festa do Natal.
Nestes dias, como há séculos, são trocadas felicitações; e a paz, que os anjos anunciaram então, volta a reinar – talvez por poucos instantes – inclusive nos rostos de homens que jamais a conheceram.
Também eu quero lhes desejar algo que realmente lhes agrade e que sobretuo seja desejado por Aquele que guia os nossos passos e conhece o que é bom para nós.
É isso que eu desejo: que a nossa vida seja um contínuo Natal, solenizado no segredo dos corações e na íntima fraternidade que haverá de se espalhar cada vez mais até alcançar, quando  Deus quiser, os confins da Terra: “até que todos sejam um”.

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“Como o Pai me enviou também eu vos envio.” (Jo 20,21)

Palavra de Vida de maio de 2005

Lemos aqui um comentário de Chiara Lubich às fortes, exigentes palavras de Jesus que, retornando ao Pai, nos pede para ser “como” Ele portadores da sua mensagem ao mundo. 

Era a noite de Páscoa. Jesus ressuscitado já tinha aparecido a Maria Madalena. Pedro e João tinham visto o túmulo vazio. E mesmo assim os discípulos continuavam isolados em casa, cheios de medo, até a hora em que o Ressuscitado se apresentou no meio deles, a portas fechadas, porque não existia mais barreira alguma que pudesse separá-los dos seus amigos.

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Recordando Fátima

Rome, 1958

Era o mês de setembro de 1955, quando uma oportunidade verdadeiramente excepcional nos possibilitou conhecer a Irmã Lúcia de Fátima, a menina, já adulta, que viu Nossa Senhora.
Viajamos de avião voando sobre a Itália, a França, a Espanha, que admiramos durante a noite, como uma joia colocada em uma veste escura, a bela Madri, multicor.
Finalmente, tarde da noite, aterrissamos em Lisboa.

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Eis que estarei convosco todos os dias, até o final dos tempos

Roma, 25 de maio de 1982

Comentário sobre a Palavra de Vida:

Eis que estarei convosco todos os dias, até o final dos tempos (Mt 28, 20).

Jesus ressuscitou. Desejando falar com seus discípulos, chama-os a um monte onde dá a eles uma série de diretivas para o futuro, até o fim dos tempos. Ele está cercado pelos onze apóstolos, que se prostraram diante dele, plenamente conscientes de que aquele que está entre eles é o seu Senhor, e também o Senhor do mundo.

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O Ressuscitado

14 de novembro de 2002

Nesta conversação telefônica às comunidades dos focolares no mundo, feita de Castelgandolfo em 14 de novembro de 2002, Chiara Lubich percorre o evento da ressurreição de Jesus com a surpresa e a alegria de quem e aproxima desta realidade com coração e olhos novos. Floresce assim uma forte experiência de fé na vida além da morte e no Amor de Deus para cada pessoa.

Caríssimos, chegamos ao novo Collegamento do mês de novembro. 
O pensamento de hoje aborda um preciso aspecto da vida cristã. 
Todavia, uma vez que fazem parte do nosso Movimento fiéis de outras Religiões do mundo ou pessoas de outras culturas, gostaria, primeiramente, de dar a eles uma sugestão e um conselho. 
Como vocês sabem, somos todos de uma única Obra. Por isso, deve triunfar entre nós a “regra de ouro”, presente nas nossas Escrituras (“Faça aos outros aquilo que gostaria que fosse feito a você” ou “Não faça aos outros o que não gostaria que fosse feito a você”), que exige que nos amemos. Sendo assim, devemos nos conhecer melhor. Por isso, aproveitem o que direi agora, procurando fazer aquela necessária inculturação, sem a qual não é possível construir porções de fraternidade universal. Os cristãos entre nós, em outras ocasiões, agirão assim com vocês. 

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A unidade nos albores do Movimento dos Focolares

28 de março de 1982

Nesta palestra, feita em Amsterdã no dia 28 de março de 1982, Chiara Lubich aprofunda um ponto fundamental da sua espiritualidade: a unidade, efeito visível e testemunho vivo do amor recíproco, inseparavelmente ligada à presença do Ressuscitado na comunidade. 

«O que é a unidade? Ah, é algo maravilhoso! Porque a unidade, aquela que Jesus pensa, quando diz: “amai-vos...” a ponto de morrer, também prontos a morrer um pelo outro, aquela unidade em virtude da qual Jesus diz: “Onde dois ou três estão reunidos, eu estou ali”, não é uma mistura de pessoas, não é um grupo de pessoas, Jesus está ali e este é o fato. A unidade manifesta, traz Jesus. Eu me lembro, encontrei algumas cartas dos primeiros tempos do Movimento, quando começávamos a viver assim e a experimentar a presença de Cristo entre nós. Era incrível! Porque nós nunca tínhamos experimentado isso antes; o nosso cristianismo era muito individual.

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O coração arde quando Jesus está entre nós

Caminhar com o Ressuscitado. É a experiência dos discípulos de Emaús, a mesma que Chiara Lubich evoca neste trecho publicado nos anos 60, pouco depois de uma viagem à Terra Santa. A presença viva e ativa de Jesus entre os seus discípulos, sempre se repete entre aqueles que estão reunidos em seu nome. É a descoberta que este texto nos convida a fazer ainda hoje, especialmente na preparação para a Páscoa.

(...) Alguns anos atrás, fomos à Terra Santa e realmente vivemos uma experiência única. Tivemos a graça de experimentar, em vários lugares, emoções particularmente profundas. Uma dessas foi exatamente em Emaús. Fomos até lá numa tarde ensolarada; havia um por do sol dourado e, ao aproximar-nos daquele lugar santo, quando descemos do carro para caminhar ao longo do mesmo caminho que provavelmente Jesus percorreu, nos lembramos daquilo que muitos anos antes ali acontecera.

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Jesus abandonado Ressuscitado, presente em todos os sofrimentos

18 de dezembro de 1980

Uma descoberta sempre nova que Chiara Lubich fez durante toda a sua existência: Jesus no seu abandono conheceu e viveu o sofrimento humano em todas as suas expressões, sem exceção. Encontrando-o, se experimenta também a Vida e a ressurreição. Eli Folonari lê este trecho escrito por Chiara no seu diário durante uma conexão telefônica coletiva feita e Zurique, no dia 18 de dezembro de 1980.

«Estou descobrindo que Jesus Abandonado está realmente presente em todos os sofrimentos.
Ofereci a Jesus os meus limites por causa da falta de saúde e percebi rapidamente que o meu Esposo, Jesus abandonado, é o Limite: é como se mais longe não pudesse ir.
Eu soube que as pessoas do nosso Movimento, vítimas do terremoto, viveram a experiência de que "tudo desmorona." Jesus abandonado é o "tudo desmorona"; Ele teve até mesmo a sensação de que a sua união com o Pai desmoronasse.

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Mortificação, moeda fora de circulação?

13 de janeiro de 1972

Neste trecho do seu diário inédito de 13 de janeiro de 1972, Chiara Lubich focaliza uma palavra, “mortificação”, que hoje parece ter perdido o seu sentido original. É um convite para viver a Quaresma no dom pleno e total de si mesmo e não na mediocridade, que não satisfaz ninguém. 

Falar hoje de "mortificação" significa não perceber aquilo que vibra no ar, aquilo que muitos pensam, principalmente os jovens.
E têm razão, porque essa palavra perdeu o seu significado primitivo e portanto como tal, é descartada.
Se a observarmos do lado etimológico, ela pode significar: estar morto.

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Uma luz para a família

Castel Gandolfo, 29-30 de maio de 1998

No dia 19 de julho de 1967 Chiara Lubich deu início ao Movimento Famílias Novas, lançando a todos um apelo: «dar uma família a quem não tem, para que os orfanatos se esvaziem». Por ocasião destes 50 anos, o Movimento aprofunda a contribuição do carisma da Unidade para o mundo da família. 
Propomos uma sua mensagem – mais do que nunca atual – ao Congresso realizado no Centro Mariápolis de Castel Gandolfo nos dias 29 e 30 de maio de 1998. 

Caríssimos participantes do Congresso de Famílias Novas, dou-lhes a minha mais cordial saudação e sejam bem-vindos.
Hoje eu não posso estar pessoalmente com vocês, por isso desejo marcar a minha presença com uma breve mensagem, que abrirá este congresso cujo tema é: A família e a espiritualidade da unidade.
É uma temática muito importante e extremamente atual. A nossa sociedade tem sede de espiritualidade e de sagrado. Para esta sede o ser humano muitas vezes encontra respostas inadequadas ou nocivas. No entanto, a crise que vem se abatendo sobre a instituição familiar há muitos anos, é enfatizada e agravada por fatores muito preocupantes que minam desde a raiz a própria ideia de família; por exemplo, as experimentações selvagens da engenharia genética, o reconhecimento de todo o tipo de convivência, etc. Aumentam os órfãos de pais vivos, os filhos com vários pais. 

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